Num pedaço de papel
O tropel teor desenho
Do domínio ferrenho
Que exerces sobre mim
As paredes já não cabem
Os rabiscos que contavam
Os sóis que se passaram
Desde que virei refém
Sem contar o aviltamento
E o tormento que assola
Este corpo que agora
Desfalece em solidão
Imploro que me libertes
Das grades que impuseste
À minh’alma (nunca à mente!)
Afastando-me de ti
J.S.
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